HGV realiza mais de 15 mil procedimentos e maior número foi na área de ortopedia

O Hospital Getúlio Vargas (HGV) fechou o ano de 2018 com uma produção cirúrgica de 13.481 cirurgias e mais 905 procedimentos no setor de Hemodinâmica.

Segundo a diretora-geral do HGV, Fátima Garcêz, apesar de toda a crise financeira que passa o país, o “gigante”, como ela define o hospital, não parou e conseguiu cumprir sua meta.

Em 2018, o maior número de procedimentos foi na área de ortopedia, com 2.980 procedimentos feitos. Em seguida, Cirurgia Geral com 1.911 procedimentos realizados; Otorrinolarigologia, com 1.698; urologia com 1.509; vascular com 1.388; oftalmologia 1.066 e neurologia com 881. Os demais procedimentos foram nas áreas de proctologia, cabeça e pescoço, torácica, ginecologia, plástica, buco-maxilo que somaram 2.048 cirurgias..

Também foram realizados 905 procedimentos no setor de Hemodinâmica que incluiu 175 embolizações de aneurismas; 155 cateterismos cardíacos, 111 angiografias cerebrais e 238 angiografias diagnosticadas; 110 angioplastias e outros. Procedimentos que, segundo a diretora-geral, somente é realizado no HGV.

Fátima Garcêz explica que o hospital ainda tem demanda reprimida, e que isso se deve por ser o único hospital público do Estado que realiza procedimentos, pelo SUS, de alta complexidade nas áreas de ortopedia, neurocirurgia, vascular e cardiologia. Para o ano de 2019, está programado a ampliação do número de salas cirúrgicas e leitos de UTI para conseguir realizar mais procedimentos e dar melhores respostas à população.

“Nós da gestão, juntamente com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde e Fundação Hospitalar, estamos conseguindo colocar esse “gigante” para funcionar. É um sentimento de dever cumprido, isso somente foi possível devido à colaboração de todos os profissionais do hospital”, disse a gestora.

Para a presidente da Fepiserh, Natália Monteiro, o resultado positivo de 2018 confirma a relevante parceria da Fundação Hospitalar com a Secretaria da Saúde. “Com pouco mais de um ano de funcionamento, a fundação conseguiu otimizar os serviços, conter custos e agilizar a logística dos hospitais que está gerindo. O HGV foi um grande desafio, por ser o maior hospital público do estado e ter uma grande demanda contínua. Estamos cumprindo a contento nosso contrato com a Sesapi e em 2019 vamos acelerar essas melhorias”, destaca Natália.

Autoria: Fátima Oliveira

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