Governador trata do Plano de Ações Emergenciais das Barragens com gestores e sociedade

O governador Wellington Dias recebeu, nessa segunda-feira (01), na Residência Oficial, líderes do Movimento dos Atingidos e Ameaçados por Barragens. O encontro contou com a participação de gestores das secretarias de Estado da Defesa Civil (Sedec) e do Meio Ambiente (Semar), do Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi) e do Corpo de Bombeiros. Na oportunidade, a entidade solicitou uma participação mais efetiva no Plano de Ações Emergenciais das Barragens.

A coordenadora do movimento, Dalila Calisto, disse que a audiência foi muito positiva. “Queremos dialogar a problematização das barragens no Piauí, por isso buscamos a realização de um trabalho conjunto para construir ações preventivas e também que possam melhorar a situação das famílias que vivem em torno do Rio Parnaíba, para que possamos caminhar juntos e as famílias possam participar das ações”, comentou Dalila.

De acordo com Wellington, o Governo do Estado vem trabalhando esse Plano de Ações Emergenciais com a participação de diversos órgãos. “Os líderes mostraram essa preocupação na linha preventiva em trabalhar um comitê técnico com os órgãos federais, estaduais e dos municípios e ter uma preparação de uma qualificação preventiva junto com as comunidades. O Piauí está trabalhando o máximo de informação e regularização das barragens e vamos fazer como um projeto piloto na Barragem do Bezerro e do Emparedado. Estamos vivendo um inverno rigoroso e temos agido de forma eficiente e não tivemos nenhuma vítima como em outros lugares”, comentou Dias.

De acordo com o presidente do Idepi, Geraldo Magela, esse plano emergencial vai desde a verificação da situação atual até as ações que devem ser tomadas se por ventura venhamos a ter problema. “As barragens piauienses têm situação estável, porém, devemos ter atenção principalmente com a Barragem do Bezerro que precisou de uma intervenção no ano passado e a Barragem do Emparedado”, explicou o gestor.

O secretário da Defesa Civil, Raimundo Coelho, falou da importância de ter a população participando desse processo. “Queremos trabalhar juntos”, destacou.

Autoria: Tamyres Rebeca

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